O dia 1 de abril, que é das mentiras, foi a data escolhida pela Ervideira para lançar o Invisível, o seu blanc de noirs. E este ano não foi exceção: o produtor alentejano acaba de apresentar a 17.ª edição, relativa à colheita de 2025.
A primeira experiência aconteceu em 2009, depois de dois anos de estudo sobre uma nova tecnologia de vinificação, de modo a produzir um branco a partir de uma casta tinta, mais especificamente Aragonez.
Para a Ervideira, tratou-se de criar um novo mercado: o produtor recorda que esta categoria praticamente não existia, com exceção de algumas referências nas regiões francesas da Alsácia e de Champanhe.
Desde então, a produção do Invisível soma 180 mil garrafas, tendo obrigado a aumentar a área de vinha e a adaptar a adega para dar resposta à procura.
Diz o produtor que este é um vinho que sabe estar à mesa, adaptando-se a pratos muito diferentes e a momentos de prova distintos, dos mais formais aos mais festivos.
A mesma filosofia deu, entretanto, origem ao G(IN)VISÍVEL, um gin produzido a partir das destilações sucessivas das massas do Invisível, após o que estagia com diversos botânicos da região.
Deu igualmente origem a um Brut Nature Imperial, um espumante banc de noirs elaborado com Aragonez e Syrah. Na mesma linha, a Ervideira promete para o próximo ano um novo produto, pensado para momentos de convívio.