Nasceu como Ramen Station e acaba de entrar numa nova fase, apresentando-se apenas como Station. Perdeu o ramen no nome, mas não na carta, embora deixe de ser oferta única, com o restaurante a assumir-se como de cozinha asiática contemporânea.
Esta nova identidade do projeto criado em 2024 pelos fundadores do Ajitama oficializa uma evolução que já estava a acontecer à mesa. “Quando abrimos a Ramen Station, fazia sentido que o ramen estivesse no centro de tudo. Entretanto percebemos que as pessoas queriam mais escolha e que nós próprios queríamos explorar mais. Tirar ‘Ramen’ do nome dá-nos essa liberdade, sem apagar aquilo que nos trouxe até aqui”, partilham António Carvalhão e João Ferreira.
Agora, os dois restaurantes da marca em Lisboa – no Campo Pequeno e em Benfica – passam a servir mais opções, em que diferentes sabores, formatos e referências asiáticas convivem numa proposta informal e pensada para o dia a dia.
Assim, na secção de street food, encontram-se propostas para partilhar como karaage, frango marinado e estaladiço; asinhas de frango com inspiração japonesa; yakitori, espetadinhas de frango grelhadas; ebi tempura; takoyaki; gyozas de frango ou vegetais e edamame.

O ramen mantém-se com quatro propostas: Amazing Shio, Incredible Miso, Sublime Vegan e a versão Kids Ramen.

Mas, explica a Station que é fora da taça de caldo que se percebe melhor a evolução. A nova carta inclui, pois, noodles sem caldo, como o Epic Mazemen e o Pad Tokyo, e estreia uma nova área de donburi, as tradicionais taças japonesas de arroz, com o Gold Jap Curry e o Smoky Chashu Don. Para terminar, há mochi de manga/maracujá, chocolate ou framboesa.