Santis São Roque é o novo projeto do chef Carlos Robalo: fica no claustro do museu lisboeta que lhe dá o nome e propõe-se acompanhar o ritmo da cidade, do pequeno almoço ao final do dia.
Com passagem por espaços como a Bica do Sapato, o Varanda do Ritz, o Santiago de Alfama Boutique Hotel e, mais recentemente, o Brotéria Café, Carlos Robalo promete cozinhar bem aquilo que as pessoas mais gostam de comer. Daí que a carta apresente uma cozinha de conforto inspirada nas tradições portuguesas e mediterrânicas, preparada com ingredientes frescos e sazonais.
Surgem, assim, pratos familiares como bacalhau à Brás ou bitoque com ovo e batata frita, ao lado de propostas como caril de gambas ou frango com arroz basmati e chutney de manga, além de saladas frescas.
Os petiscos ocupam também um lugar central na mesa do Santis São Roque. Muitas das receitas fazem parte da memória gastronómica portuguesa: croquetes de novilho, pasteis de massa tenra, peixinhos da horta, ovos rotos com presunto ibérico e linguiça ou camarão ao alho.
A Santis São Roque acompanha os diferentes momentos do dia. De manhã, com propostas como ovos Benedict em várias versões, omeletes, tartines e tostas. Entre elas está a Especial Santis, com presunto ibérico, queijo da Serra DOP e tapenade de azeitona, ou a versão de frango do campo com bacon, espinafres e abacate.
À tarde, serve-se o Chá dos Jesuítas: uma combinação de chá de erva-mate, dois scones com compota caseira e manteiga e um doce jesuíta.
Tudo isto num claustro seiscentista, numa atmosfera em que se cruzam a pedra antiga das arcadas, o verde dos bambus originários de diferentes continentes e o som constante da fonte.

